segunda-feira, maio 09, 2011

Bonita, esta mensagem. Fez-me pensar...



Eu nunca trocaria os meus amigos surpreendentes,a minha vida maravilhosa,a minha amada familia por menos cabelo branco ou uma barriga mais lisa. Enquanto fui envelhecendo, tornei-me mais amável para mim, e menos crítica de mim mesmo. Eu tornei-me a minha própria amiga .. Eu não me censuro por comer um bolinho extra, ou por não fazer a minha cama, ou para a compra de algo bobo que eu não precisava, como uma escultura de cimento, mas que parece tão “avant garde” no meu pátio. Eu tenho direito de ser desarrumada, de ser extravagante.
Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais, antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento.
Quem vai censurar –me se resolvo ficar lendo ou jogar no computador até as quatro horas e dormir até meio-dia? Eu dançarei ao som daqueles sucessos maravilhosos dos anos 60 &70, e se eu, ao mesmo tempo, desejo de chorar por um amor perdido ... Eu vou.
Vou andar na praia com um maiô excessivamente esticado , e mergulhar nas ondas com abandono, se eu quiser, apesar dos olhares penalizados dos outros no jet set.
Eles, também, vão envelhecer.
Eu sei que eu sou às vezes esquecida. Mas há mais, alguns coisas na vida que devem ser esquecidas. Eu me recordo das coisas importantes.
Claro, ao longo dos anos, o meu coração foi quebrado. Como não pode quebrar o seu coração quando você perde um ente querido, ou quando uma criança sofre, ou mesmo quando algum amado animal de estimação é atropelado por um carro? Mas corações partidos são os que nos dão força, compreensão e compaixão. Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril e nunca conhecerá a alegria de ser imperfeito.
Eu sou tão abençoada por ter vivido o suficiente para ter meus cabelos grisalhos, e ter os risos da juventude gravados para sempre em sulcos profundos em meu rosto.
Muitos nunca riram, muitos morreram antes de seus cabelos virarem prata.
Conforme você envelhece, é mais fácil ser positivo. Você se preocupa menos com o que os outros pensam. Eu não me questiono mais.
Eu ganhei o direito de estar errada.
Assim, para responder à sua pergunta, eu gosto de ser velha. Ele me libertou. Eu gosto da pessoa que me tornei. Eu não vou viver para sempre, mas enquanto eu ainda estou aqui, eu não vou perder tempo lamentando o que poderia ter sido, ou me preocupar com o que será. E eu vou comer sobremesa todos os dias (se me apetecer).
Que a nossa amizade nunca se separe porque é directo do coração!

sexta-feira, maio 06, 2011

Só os portugueses são capazes de brincar com a "desgraça " !!!!




José Sócrates, Obama e o Papa viajavam juntos no mesmo avião,
quando aparece numa das asas o Diabo com uma enorme serra e começa a
serrar a asa da aeronave.

Quando viram o Diabo ficaram apavorados, e Sócrates vira-se para o Obama:
- Obama, você que sabe falar e argumentar como ninguém, convença o
cornudo a parar com isso senão vamos cair e morrer todos!!!
Obama foi até lá, conversou... conversou... e nada do capeta parar...


Obama voltou e implorou ao Papa:

- Papa, só o senhor nos poderá salvar... Ele não quer nem conversa...
vai mesmo derrubar o avião !!!
O Papa foi até ao Diabo, usou de toda sua persuasão, argumentou o que
pôde... e nada... Desistiu, voltou e resumiu a conversa:


- Não sei o que fazer... Estamos perdidos... Vamos rezar!!!
Foi quando Sócrates se levantou e disse:
- Deixa comigo... Sou a última chance, vou tentar.
E lá foi ele falar com o Diabo. Mal trocaram duas palavras o Diabo
parou de serrar a asa do avião... e sumiu.
Obama e o Papa ficaram surpreendidos e perguntaram:
- O que é que você lhe disse?
- Companheiro... se eu morrer, vou formar governo no Inferno!

SER JOVEM NOS TEMPOS DE HOJE EM PORTUGAL - é triste mas tem muito de verdade...




“Se és um jovem português”
Atravessa a fronteira do teu País
E parte destemido
Na procura de um futuro com Futuro

Porque no teu País
A Educação é como uma licenciatura
Tirada sem mérito e sem trabalho
Arquitectada por amigos docentes
E abençoada numa manhã dominical

Porque no teu País
É mais importante a estatística dos números
Que a competência científica dos alunos
O que interessa é encher as universidades
Nem que seja de burros

Porque no teu País
A corrupção faz parte do jogo
Onde os jogadores e os árbitros
São carne do mesmo osso
E partilham o mesmo tempero

Porque no teu País
A justiça é ela própria uma injustiça
Porque serve quem é rico e influente
Com leis democraticamente pobres

Porque no teu País
As prisões não são para os ladrões ricos
Porque os ricos não são ladrões
Já que um desvio é diferente de um roubo

Porque no teu País
A Saúde é uma doença crónica
Onde, quem pouco tem
É sempre colocado na coluna da despesa

Porque no teu País
Se paga a quem nada faz
E se taxa a quem pouco aufere

Porque no teu País
A incompetência política
é definida como coragem patriótica

Porque no teu País
Um submarino é mais importante que tu
E o mar apenas serve para tomar banho
E pescar sardinhas

Porque no teu País
Um autarca condenado à prisão pela justiça
Pode continuar em funções em liberdade
Passeando e assobiando de mãos nos bolsos

Porque no teu País
Os manuais escolares são pagos
Enquanto a frota automóvel dos políticos
É topo de gama

Porque no teu País
Há reformas de duzentos euros
E acumulação de reformas de milhares deles

Porque no teu País
A universidade pública deixou cair a exigência
E as licenciaturas na privada
Tiram-se ao ritmo das chorudas mensalidades

Porque no teu País
Os governantes, na sua esmagadora maioria
Apenas possuem experiência partidária
Que os conduz pelas veredas do "sim ao chefe"

Porque no teu País
O que é falso, dito como verdade,
Sob Palavra de Honra !
São votos ganhos numa eleição

Porque no teu País
As falências são uma normalidade
O desemprego é galopante
A criminalidade assusta
O limiar da pobreza é gritante
E a venda de Porsches ... aumenta

Porque no teu País
Há esquadras da polícia em tal estado
Que os agentes se servem da casa de banho
Dos cafés mais próximos

Porque no teu País
Se oferecem computadores nas escolas
Apenas para compor as estatísticas
Do saber "faz de conta" em banda larga

Porque no teu País
Se os teus pais não forem ricos
Por mais que faças e labutes
Pouco vales sem um cartão partidário

Porque no teu País
Os governantes não taxam os bancos
Porque, quando saírem do governo
Serão eles que os empregam

Porque no teu País
És apenas mais um número
Onde o Primeiro-Ministro se chama Alice
Que vive no País das Maravilhas
Mesmo ao lado do teu.

Foge !
E não olhes para trás !"

quinta-feira, maio 05, 2011

SÓ VOS RESTA O TURISMO???



A crise bate forte e os políticos vêem-se forçados a poupar nas férias, trocando o hotel ou o aldeamento turístico pelo parque de campismo.
As situações multiplicam-se: enquanto Louçã e Bernardino Soares fazem um churrasco com Manuel Pinho, a ministra da saúde vacina Mário Lino,
e Oliveira e Costa espreita para fora das grades da sua roulotte.
(É o cartoon de António Martins, que já é um clássico !)

quarta-feira, maio 04, 2011

INJUSTIÇAS...




DOIS POMBOS, DEPOIS DE COMEREM NA MÃO DE UMA PESSOA,
LEVANTAM VÔO E DIZEM UM PARA O OUTRO:
- JÁ VISTE QUE NÓS ATÉ PARECEMOS POLÍTICOS?
- PORQUE DIZES ISSO?
- REPARA BEM: MENDIGAMOS MIGALHAS ÀS PESSOAS E UMA VEZ CAÁ NO ALTO…
CAGAMOS-LHES EM CIMA…!!!


terça-feira, maio 03, 2011

Haverá um dia em que todos voltaremos a ser felizes, quando :



OS SÓCRATES,
FOREM APENAS FILÓSOFOS
OS ALEGRES,
APENAS CRIANÇAS
OS CAVACOS,
APENAS INSTRUMENTOS MUSICAIS
OS SO ARES,
APENAS GASES
OS PASSOS,
APENAS OS DE DANÇA
OS COELHOS,
APENAS AS DA PLAYBOY
Até lá, ... paciência, muita paciência !

UMA BOA METÁFORA...






segunda-feira, maio 02, 2011

Artigo de Pedro Afonso - Médico psiquiatra



Não é todos os dias que nos deparamos na imprensa com um rasgo de
lucidez. Pena que sejam poucos os que vejam as coisas assim.... enfim
como elas são!

Podem ler porque não vão perder o vosso tempo


A saúde mental dos portugueses





Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso, publicado no
Público, 2010-06-21



Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas
esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.

Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo
epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da
Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No
último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença
psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas
perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com
impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência,
urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das
crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens
infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos
dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos
os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na
escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos
terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade
de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural
que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos,
criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze
anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100
casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo
das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres
humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas
sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém
maquinal mente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa,
deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos
ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de
alimentos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez
mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família.
Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença
prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e
produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de
três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a
casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma
mãe marejada de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão
cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três
anos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de
desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho
presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela
falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição
da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual,
tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar
que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês,
enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à
actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e
complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de
escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando
já há muito foram dizimados pela praga da miséria.

Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com
responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos
números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de
pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um
mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de
um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência
neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.

E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o
estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se
há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma
inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.

Pedro Afonso

sexta-feira, abril 29, 2011

A palavra é do tempo, o silêncio da eternidade."







LIÇÃO DE VIDA PARA O OCIDENTE

A carta abaixo foi escrita por um imigrante vietnamita que é policial no Japão (Fukushima). Foi enviada a um jornal em Shangai que traduziu e publicou. Recebi essa tradução, com a nota de ter sido traduzida o mais fielmente possível ao texto original.

Querido irmão,
Como estão você e sua família? Estes últimos dias têm sido um verdadeiro caos. Quando fecho meus olhos, vejo cadáveres e quando os abro, também vejo cadáveres.
Cada um de nós está trabalhando umas 20 horas por dia e mesmo assim, gostaria que houvesse 48 horas no dia para poder continuar ajudar e resgatar as pessoas.
Estamos sem água e electricidade e as porções de comida estão quase a zero. Mal conseguimos mudar os refugiados e logo há ordens para mudá-los para outros lugares.
Actualmente estou em Fukushima – a uns 25 quilómetros da central nuclear. Tenho tanto a contar que se fosse contar tudo, essa carta se tornaria um verdadeiro romance sobre relações humanas e comportamentos durante tempos de crise.
As pessoas aqui permanecem calmas – seu senso de dignidade e seu comportamento são muito bons – assim, as coisas não são tão ruins como poderiam. Entretanto, mais uma semana, e não posso garantir que as coisas não cheguem a um ponto onde não poderemos dar protecção e manter a ordem de forma apropriada.
Afinal de contas, eles são humanos e quando a fome e a sede se sobrepõem à dignidade, eles farão o que tiver que ser feito para conseguir comida e água. O governo está tentando fornecer suprimentos pelo ar enviando comida e medicamentos, mas é como jogar um pouco de sal no oceano.
Irmão querido, houve um incidente realmente tocante que envolveu um garotinho japonês que ensinou a um adulto como eu uma lição de como se comportar como verdadeiro ser humano.
Ontem à noite fui enviado para uma escola infantil para ajudar uma organização de caridade a distribuir comida aos refugiados. Era uma fila muito longa. Vi um garotinho de uns 9 anos. Ele estava usando uma camiseta e um par de shorts.
Estava ficando muito frio e o garoto estava no final da fila. Fiquei preocupado se, ao chegar sua vez, poderia não haver mais comida. Fui falar com ele. Ele disse que estava na escola quando o terramoto ocorreu. Seu pai trabalhava perto e estava se dirigindo para a escola. O garoto estava no terraço do terceiro andar quando viu a tsunami levar o carro do seu pai.
Perguntei sobre sua mãe. Ele disse que sua casa era bem perto da praia e que sua mãe e sua irmãzinha provavelmente não sobreviveram. Ele virou a cabeça para limpar uma lágrima quando perguntei sobre sua família.
O garoto estava tremendo. Tirei minha jaqueta de policial e coloquei sobre ele. Foi ai que a minha bolsa de comida caiu. Peguei-a e dei-a a ele. “Quando chegar a sua vez, a comida pode ter acabado. Assim, aqui está a minha porção. Eu já comi. Por que você não come”?
Ele pegou a minha comida e fez uma reverência. Pensei que ele iria comer imediatamente, mas ele não o fez. Pegou a bolsa de comida, foi até o início da fila e colocou-a onde todas as outras comidas estavam esperando para serem distribuídas.
Fiquei chocado. Perguntei-lhe por que ele não havia comido ao invés de colocar a comida na pilha de comida para distribuição. Ele respondeu: “Porque vejo pessoas com mais fome que eu. Se eu colocar a comida lá, eles irão distribuir a comida mais igualmente”.
Quando ouvi aquilo, me virei para que as pessoas não me vissem chorar.
Uma sociedade que pode produzir uma pessoa de 9 anos que compreende o conceito de sacrifício para o bem maior deve ser uma grande sociedade, um grande povo.
Envie minhas saudações a sua família. Tenho que ir, meu plantão já começou.



Ha Minh Thanh

quarta-feira, abril 27, 2011

Devolução dos Prémios fraudulentos




POR FAVOR LEIAM E VAMOS TODOS COLABORAR A BEM DA DIGNIDADE NACIONAL

Como é do conhecimento geral, tem-se agora tornado público as ciclópicas
dívidas à Banca Financeira, de certas (quase todas) Empresas Públicas como,
p.ex., REFER, TAP, METRO, CARRIS, etc.., e isto porque não conseguem mais
financiamento.
Estas grandes dívidas estavam no segredo dos deuses. Agora já não podem mais
ser escondidas.
Acontece que ao longo dos anos, os Administradores (grandes cérebros) foram
recebendo anualmente repugnantes Prémios Milionários pelos ‘excelentes
desempenhos’.
Está na hora! …Vai ser agora!
O ‘Movimento Geração à Rasca’ deverá organizar uma Petição ao Governo para
que sejam devolvidos todos os fraudulentos prémios recebidos pelos
administradores das Empresas Públicas que acumularam prejuízos ao longo da
sua existência, ou pelo menos desde 2000.
TODOS PELA DEVOLUÇÃO DOS PRÉMIOS!!!
Tal como o Teixeira fez à maioria dos pobres Portugueses, mais ou menos
incautos (penhorando impiedosamente os seus parcos recursos e lares) agora é
a hora de exigir aos Sacadores do Estado a devolução (com ou sem penhora)
dos valores sacados.
Caso o Governo não satisfaça esta Petição, será ser organizada uma
Manifestação Nacional, junto da Assembleia da Republica em dia a determinar.

A METÁFORA DA JANGADA...


Navegavam há meses e os marujos não tomavam banho nem trocavam de roupa. O que não era novidade na Marinha Mercante britânica, mas o navio fedia!
O Capitão chama o Imediato:
- Mr. Simpson, o navio fede, mande os homens trocarem de roupa!
Responde o Imediato:
- Aye, Aye, Sir, e parte para reunir os seus homens e diz:
- Sailors, o Capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa.
- David troque a camisa com John, John troque a sua com Peter, Peter troque a sua com Alfred, Alfred troque a sua com Jonathan ... e assim prosseguiu.
Quando todos tinham feito as devidas trocas, volta ao Capitão e diz:
- Sir, todos já trocaram de roupa.
O Capitão, visivelmente aliviado, manda prosseguir a viagem.

É MAIS OU MENOS ISSO QUE VAI ACONTECER EM PORTUGAL
NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.

segunda-feira, abril 18, 2011

SÓCRATES GREGO VERSUS SÓCRATES PORTUGUÊS...

SÓCRATES O GREGO - Sobre o Conhecimento


Buscava o Conhecimento. O seu método para alcançá-lo era o diálogo e a humildade em formular todas as perguntas. Lema:

............... Só sei que nada sei.-------------

Rupturas

Provocou uma ruptura sem precedentes na Filosofia grega.

Sobre si próprio Intitulava-se "um homem pacífico".

Pensamento sobre Juízes e Justiça:

Quatro características deve ter um juiz:

ouvir cortesmente, responder sabiamente, ponderar prudentemente e decidir imparcialmente.

Condenações:

Podia ter evitado a sua condenação se tivesse desistido da procura da vida justa. Mesmo depois de sua condenação, podia ter evitado a morte se aproveitasse a ajuda de amigos para fugir. Acreditava que o melhor modo para as pessoas viverem era através do próprio desenvolvimento, ao contrário de buscar a riqueza material; e que ao relacionar-se com os membros de um parlamento (nunca aderiu à democracia Aristotélica) a própria pessoa estaria sendo hipócrita.Foi morto com cicuta. Sócrates (Pinto de Sousa)


Sobre o Conhecimento

Cultiva e promove o Desconhecimento.

O seu método para alcançá-lo é o monólogo e a arrogância de calar todas as perguntas.

Lema:

Eu é que sei.

Rupturas.

Provocou uma ruptura sem precedentes na auto-estima dos portugueses.

Sobre si próprio, intitulava-se "Intitulava-se "um animal feroz".

Pensamento sobre Juízes e Justiça:

Quatro características deve ter um juiz: não ouvir escutas, responder obedientemente, ponderar nos riscos que corre e decidir se quer continuar a ter emprego.

Usa os amigos a seu bel-prazer e proveito, atribuindo-lhes cargos e responsabilidades com ordenados milionários. A sua única fidelização reconhecida é a da procura da riqueza material, o que faz sem olhar a meios. Está envolvido em escutas, Freeport, Licenciatura fraudulenta, negócios obscuros, tráfico de influências. Nunca foi condenado...

Legado

Deixa-nos incontáveis dívidas.

INFIDELIDADES...

domingo, abril 17, 2011

ABENÇOADA INOCÊNCIA...

BOM FIM DE SEMANA PARA TODOS E NADA DE GRANDES COMEZAINAS... SENÃO A BALANÇA FAZ CHORAR...

sexta-feira, abril 15, 2011

Um país pronto para aceitar novos grilhões

Os últimos dias foram uma catadupa de acontecimentos memoráveis. Um excesso quase narcótico, uma bebedeira incapacitante. De que é que vou lembrar-me, daqui a uns anos, lúcido, quando tentar recordar estes dias em que Portugal capitula ao agiota estrangeiro? Vou lembrar-me de que a voz de comando neste país parece ser a de Ricardo Salgado, o líder da família banqueira que sobrevive a todos os regimes e que foi capaz de, em 24 horas, com uma simples frase, pôr o Governo a adorar o FMI que antes tantas vezes renegara. E alvitro que Fernando Ulrich, banqueiro rival, fartinho de apelar à mesma intervenção, sem êxito, deve estar a matutar nesse facto. Vou lembrar-me do apelo de 47 personalidades para um amplo consenso nacional que resolva os problemas do País. Olho os nomes e vejo gente que, à conta de supostos "grandes consensos nacionais" como a entrada na CEE, o fim do escudo, a "modernização" da nossa economia, o betão e as auto-estradas, a Expo '98, o Euro 2004, a proliferação de fundações e institutos de coisa alguma ou o pagamento de subsídios para deixar de produzir, participou alegremente na caminhada para o precipício a que chegámos. Como se atrevem a pedir consenso quando o que precisamos, agora mais do que nunca, é de discussão e de procura de novas soluções? Vou lembrar-me de o encontro entre Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã ocorrer horas antes de vário comissários europeus, em disparos mediáticos, exigirem aos partidos portugueses - para concederem o que, talvez por ilusão, talvez por cinismo, qualificam de "ajuda" - obediência cega à lei da sangria financeira das classes trabalhadoras portuguesas. Vou lembrar-me de Fernando Nobre, putativo candidato do PSD a segunda figura do Estado, o homem que jurava na eleição presidencial não alinhar em partidos, para confirmar a suspeita de que o pior da política ainda está por conhecer e bem pode vir de fora dos partidos políticos. Vou lembrar-me do congresso do PS e de como o actor José Sócrates tenta salvar a pele do político José Sócrates. Vou lembrar-me do segundo referendo na Islândia, o país atrevido que volta a recusar pagar uma dívida cobrada a juros imorais. E vou lembrar-me de uns velhos versos de Almeida Garrett, sobre a traição a Viriato, o lusitano: "Pátria!... não temos pátria... Oh! Não há para nós tão doce nome. Grilhões, escravos, cárceres e algozes De quanto outrora fomos, Isto só nos restou, só isto somos." PEDRO TADEU

12 Abril 2011