sábado, março 06, 2010

É UM DIA
QUE MERECE A PENA LEMBRAR
POIS NESTE DIA DEU-SE UM GRANDE PASSO EM FRENTE
NA DEFESA DO SEXO FEMININO...
E AINDA FALTA MUITO CAMINHO PARA ANDAR...

domingo, fevereiro 21, 2010


Comunicado

Assinala o IDP- Instituto da Democracia Portuguesa, que o Dr. Fernando Nobre, seu Presidente da Assembleia Geral, se apresenta, hoje, solenemente, como candidato à mais alta magistratura do País.
Reconhecendo, tal como a maioria dos portugueses, neste acto de grande generosidade e entrega ao País, um sinal de vitalidade da sociedade civil num quadro de desafios que temos vindo a assinalar, destaca o IDP, como factor positivo e de esperança, esta corajosa atitude de cidadania para ultrapassar os difíceis obstáculos que, como comunidade, temos pela frente ."

19 de Fevereiro de 2010

Cordialmente

Instituto da Democracia Portuguesa
Departamento de Comunicação

sábado, fevereiro 20, 2010


Nestes dias de muito frio,
muito frio...
olhar o frio gelo não é brincadeira,
Sinto-me a tremer,
sinto-me a sonhar
com uma cavalgada...
que me faça sentir leve, aquecida e alada!!!
Bom fim de semana para todos!
Beijinhos para todos,
(Dad )

quinta-feira, fevereiro 18, 2010


Hoje, logo pela manhã, tive a bela notícia que o Dr. Fernando Nobre vai candidatar-se a Presidente da República. Fiquei muito contente pois ele,
sem desprimor para os outros eventuais candidatos, já deu grandes provas
de que, para ele, são os problemas dos pobres o que estará sempre em primeiro
lugar. Sim que isto de continuar a haver, cada vez mais pobres, deverá ser um
dos "grandes" temas a que um Presidente da República se deve aplicar em tentar
resolver. Fiquei muito contente com a ideia de o vir a ter como futuro Presidente
de Portugal.

sábado, fevereiro 13, 2010

BOM FIM DE SEMANA PARA TODOS!


Um fim de semana descansado,

ensolarado

e cheio de alegria...

são os meus votos para vós,

neste dia!

Dad

E aqui fica também
um poema do Fernando Pessoa(Alberto Caeiro)

Hoje de manhã saí muito cedo,
Por ter acordado ainda mais cedo
E não ter nada que quisesse fazer...

Não sabia que caminho tomar
Mas o vento soprava forte, varria para um lado,
E segui o caminho para onde o vento me soprava nas costas.

Assim tem sido sempre a minha vida, e
Assim quero que possa ser sempre --
Vou onde o vento me leva e não me
Sinto pensar.

Alberto Caeiro

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

A revolta do Presidente da AMI - III Congresso Nacional de Economistas


Este homem é um extraordinário ser humano!
Mais uma vez o vou citar...

O presidente da AMI, Fernando Nobre, criticou hoje a posição das associações patronais que se têm manifestado contra aumentos no salário mínimo nacional. Na sua intervenção no III Congresso Nacional de Economistas, Nobre considerou "completamente intolerável" que exista quem viva "com pensões de 300 ou menos euros por mês", e questionou toda a plateia se "acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?"
Numa intervenção que arrancou aplausos aos vários economistas presentes, Fernando Nobre disse que não podia tolerar "que exista quem viva com 450 euros por mês", apontando que se sente envergonhado com "as nossas reformas".
"Os números dizem 18% de pobres... Não me venham com isso. Não entram nestes números quem recebe os subsídios de inserção, complementos de reforça e outros. Garanto que em Portugal temos uma pobreza estruturada acima dos 40%, é outra coisa que me envergonha..." disse ainda.
"Quando oiço o patronato a dizer que o salário mínimo não pode subir.... algum de nós viveria com 450 euros por mês? Há que redistribuir, diminuir as diferenças. Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a esperança e estão à procura de novos horizontes... e com razão", salientou Fernando Nobre.

O presidente da AMI, visivelmente emocionado com o apelo que tenta lançar aos economistas presentes no Funchal, pediu mesmo que "pensem mais do que dois minutos em tudo isto". Para Fernando Nobre "não é justo que alguém chegue à sua empresa e duplique o seu próprio salário ao mesmo tempo que faz uma redução de pessoal. Nada mais vai ficar na mesma", criticou, garantindo que a sociedade "não vai aceitar que tudo fique na mesma".
No final da sua intervenção, Fernando Nobre apontou baterias a uma pequena parte da plateia, composta por jovens estudantes, citando para isso Sophia de Mello Breyner. "Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado", citou, virando-se depois para os jovens e desafiando-os: "Não se deixem acomodar. Sejam críticos, exigentes. A vossa geração será a primeira com menos do que os vossos pais".
Fernando Nobre ainda atacou todos aqueles que "acumulam reformas que podem chegar aos 20 mil euros quanto outros vivem com pensões de 130, 150 ou 200 euros... Não é um Estado viável! Sejamos mais humanos, inteligentes e sensíveis".

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Dez coisas que melhoraram em Portugal nos últimos 15 anos



Chegou a época do espírito natalício. Então, deixemos de lado quaisquer miserabilismos e concentremo-nos nas coisas boas - não como escape mas como realidade. Vivi em Portugal há quinze anos. Agora, de volta, quero sugerir dez coisas, entre muitas outras, que melhoraram em Portugal desde a minha primeira estadia. Não incluo aqui coisas que já eram, e ainda são, fantásticas (desde a forma como acolhem os estrangeiros até à pastelaria).
Aqui ficam algumas sugestões de melhorias:

- Mortalidade nas estradas; as estatísticas não mentem - o número de pessoas que morre em acidentes rodoviários é muito menor, cerca de 2000 em 1993 e de 776 em 2008. A experiência de conduzir na marginal é agora de prazer, não de terror. O tempo do Fiat Uno a 180km/h colado a nós nas auto-estradas está a passar.

- O vinho; já era bom, mas agora a variedade e a inovação são notáveis, com muito mais oferta e experiências agradáveis. Também se pode dizer a mesma coisa sobre o azeite e outros produtos tradicionais.

- O mar; Lisboa, em 1994, era uma cidade virada de costas para o mar; poucos restaurantes ou bares com vista, e pouca gente no mar. Hoje, vemos esplanadas e surfistas em toda a parte. Muita gente a aproveitar melhor um dos recursos naturais mais importantes do país.

- A zona da Expo; era horrível em 1994, cheia de poluição, com as antigas instalações petrolíferas. Agora é uma zona urbana belíssima, com museus e um Oceanário entre os melhores que há no Mundo.

- A saúde; muitas das minhas colegas têm feito esta sugestão - a qualidade do tratamento é muito melhor hoje em dia, apesar das dificuldades financeiras, etc. A prova está no aumento da esperança de vida, de cerca de 74 em 1993 para 78 anos em 2008.

- Os parques naturais; viajei muito este ano do Gerês a Monserrate;
tudo mais limpo, melhor sinalizado, mais agradável. O pequeno jardim está,de facto, mais bem cuidado.

- O cheiro. Sendo por natureza liberal nos costumes sociais, não fui grande fã da proibição de fumar - mas, confesso, a experiência de estar num bar ou num restaurante em Portugal é hoje mais agradável com a ausência de tabagismo. E a minha roupa cheira menos mal no dia seguinte.

- A inovação; talvez seja fruto da minha ignorância do país em 1994, mas fico de boca aberta quando visito algumas das empresas que estão a investir no Reino Unido ;
altíssima tecnologia, quadros dinâmicos e - o mais importante de tudo - não há medo. Acreditam que estão entre os melhores do mundo, e vão ao meu país, entre outros, para prová-lo.

- O metro de Lisboa. É limpo, rápido, acessível e tem estações bonitas.

- As cores; Portugal tem e sempre teve cores naturais bonitas. Mas a minha memória de 1994 era o aspecto visual bastante cinzento das cidades, desde a roupa até aos carros. Hoje há mais alegria - recordo um português que me disse, talvez com tristeza, que o país estava a tornar-se mais tropical.
Em termos de imagem, parece-me um elogio!

Esta é a minha lista. E a sua?
Alexander Ellis,

Nota: A época do Natal já passou, mas é interessante ver que é
preciso vir um estrangeiro, dizer bem do meu país.Como tantos outros portugueses, já tinha saudades de ouvir dizer bem de Portugal.

terça-feira, janeiro 26, 2010

sexta-feira, janeiro 22, 2010

NUNCA É DEMAIS DAR A CONHECER OS NOSSOS HERÓIS

Flores
O Dr. Fernando Nobre da AMI que é um grande português e sobretudo uma alma boa dedicada aos povos sofridos do Mundo, tem ainda o grande previlégio de atrair para o seu meritório trabalho outras almas dispostas a seguir-lhe o rasto e fazer
da sua vida uma quase total doação aos outros.
Hoje cabe-me o prazer de, no MOMENTOS DE LUAR,fazer juz ao mencionar
o Enfermeiro Martinho Aranha que trabalhou no Hospital de Santana, na parede e é amigo da minha amiga Sílvia Grazina.
Este homem bom, conseguiu apaixonar-se por esta causa que é a AMI e apesar de tudo o que de menos cómodo se encontra no trabalho com a AMI, deixou
O sossego e partiu, já há muitos anos, ao encontro
Dessa missão extraordinária que é o lema da AMI –
Ajudar onde quer que seja, e seja quem for que precisa.
Neste momento aí está ele com a AMI no HAITI!
Glória seja feita aos nossos heróis!!!
Dad


terça-feira, janeiro 19, 2010

domingo, janeiro 17, 2010

AVATAR


Hoje fui ver um filme de ficção, verdadeiramente
belo e que nos leva a repensar o futuro da nossa casa comum, o Planeta Terra, vítima de todo o tipo de agressões nossas, os seus habitantes…
Sinopse: Jake, um veterano de guerra paraplégico, é levado numa missão a Pandora, um planeta habitado pelos Navi, uma raça humanóide que possui cultura e idioma próprios. O encontro com esses seres muda a vida dele para sempre.

Vale a pena ver!

domingo, janeiro 03, 2010

(Paisagem de barcos e flores-Dad)
É urgente o amor.

É urgente um barco no mar..

É urgente destruir certas palavras,

ódio, solidão e crueldade,

alguns lamentos,muitas espadas..

É urgente inventar alegria,

multiplicar os beijos,

as searas,

é urgente descobrir rosas e rios

e manhãs claras..

Cai o silêncio nos ombros

e a luz impura, até doer.

É urgente o amor,

é urgente permanecer.

Eugénio de Andrade (1923 - 2005)

domingo, dezembro 27, 2009

FALAR SOBRE UM GRANDE PORTUGUÊS E UM HOMEM BOM


(Dr.Fernando Nobre)
Se há pessoa que eu, desde sempre admirei, é o Dr. Fernando Nobre.
Transcrevo a entrevista que concedeu à Revista Única, pois poderá ser o meu pequeno contributo para um melhor conhecimento desta personagem admirável!

Fernando Nobre, presidente e fundador da AMI, entrevista à Revista Única
(...)
O meu maior grito é, hoje, o apelo por uma cidadania global solidária. Sem o pilar de uma cidadania forte não vejo solução para os problemas. Embora, no país, tenhamos fenómenos só nossos, também estamos submetidos aos grandes fenómenos globais. Por isso, a cidadania tem de ser global, senão também não abarcamos a dimensão dos problemas.

Cidadania global com um governo global?

Eu sou daqueles que sonho... Há mais de trinta anos, tinha 20, estava eu, jovem, na faculdade em Bruxelas, pensava nisso, que um dia gostaria de ter no meu passaporte só terrestre.

Acha possível?

Não será para a minha vivência, mas acho que par aos meus netos e bisnetos... Penso que haverá, esse é o meu sonho, um governo global liderado por valores éticos e posturas como a de homens e mulheres do género de um Gandhi, de um Nelson Mandela, de uma Madre Teresa, de um Martin Luther King, enfim, de pessoas que foram verdadeiras luzes. Pessoas, umas 20, seleccionadas no quatro cantos do mundo, pessoas de grande gabarito moral, ético, e também, intelectual, que dariam orientações para o caminhar.

(...)

... eu diria que estamos a assistir a um paradoxo. E eu tenho quatro filhos, sou professor e analiso uma nova geração. Por um lado, uma grande preocupação quanto a questões ambientais, por outro lado uma grande inquietação sobre o seu futuro económico e entrada no mercado laboral, estamos a viver transformações extremamente profundas e eles estão entalados entre duas tendências. Eu estou esperançado de que esta nova geração, a bem ou a mal, também não lhe vai restar muitas alternativas, vai ter que resolver as coisas que a, infelizmente, a minha geração deixou agravarem-se para lá de um limite aceitável, porque infelizmente se acomodou e alguma liderança entrou, ouso dizê-lo, em perfeito desvario. Se não for em nome do humanismo que seja em nome da inteligência, que já tem a ver com segurança e estabilidade social.

(...)

"Há momentos em que a nossa consciência nos impede, perante acontecimentos trágicos, de ficarmos silenciosos porque ao não reagirmos estamos a ser cúmplices dos mesmos por concordância, omissão ou cobardia.
O que está a acontecer entre Gaza e Israel é um desses momentos. É intolerável, é inaceitável e é execrável a chacina que o governo de Israel e as suas poderosíssimas forças armadas estão a executar em Gaza a pretexto do lançamento de roquetes por parte dos resistentes ("terroristas") do movimento Hamas."

Fernando Nobre
Presidente e fundador
da AMI Assistência Médica Internacional



AEROPORTO DE LISBOA

Afinal eu estava enganada! Em Portugal aconteceu o que se vê no video acima, no aeroporto de Lisboa! Não foi no mercado mas sim no aeroporto de Lisboa! Interessante...

quinta-feira, dezembro 24, 2009

NATAL DOS POBRES

Gostei imenso deste poema que está publicado

como comentário no Blog:

http://diariodeumpacienteii.blogspot.com/

A sua autora é a Maria, cujo Blog indico abaixo:

Pareceu-me um grande poema que

retrata bem a triste realidade destes dias

de míngua de pão e de emprego!

Gostei muito!

Dad

Na casa pobre, triste e escura
Gelada, sem nada sobre a mesa,
Há fome, amargura, frio, tristeza,
Copos vazios e uma côdea dura.

À meia-noite em ponto, um gemido,
Uma praga, um grito de revolta,
Palavras sem sentido à rédea solta,
Que só traduzem o ódio ressentido.

Nos caixotes do lixo amontoados
Os restos dos banquetes dos senhores.
Ossos, restos de pão, bolos mordidos.

E eles, de madrugada esfomeados,
Vão como os cães virar os contentores
E matam a fome em restos já comidos.

Natal de 2009 Maria

http://alcatruzesdaroda.blogspot.com/

sábado, dezembro 19, 2009

sexta-feira, dezembro 18, 2009

Trespasse

Quem tiver sonhos, guarde-os bem fechados
— com naftalina — num baú inútil.
Por mim abdico desses vãos cuidados.
Deixai-me ser liricamente fútil!

Estou resolvido. Vou abrir falência.
(Bandeira rubra desfraldada ao vento:
"Hoje, leilão!") Liquida-se a existência
— por retirada para o esquecimento ...


(Daniel Filipe)
Este foi um dos poeta que marcou a minha adolescência. Recordo-o hoje!

quarta-feira, dezembro 16, 2009

O PALHAÇO - por Mário Crespo


O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco.
E diz que não fez nada.
O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.
O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso.
O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes.
Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si.
O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos.
Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos.
E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa.
O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos.
O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas.
O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém.
Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem.
O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público.
E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal.
Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço.
Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.
Ou nós, ou o palhaço.

domingo, dezembro 06, 2009

Há dias que nos deixam saudades.
Hoje foi um deles. Encontro de amigos antigos
E de outros que acabámos de conhecer, mas que
Irão para o rol daqueles com quem provavelmente
Haveremos de trocar mails ou visitar o seu espaço
Na blogosfera.

E foi a comemoração do “para além de Tabuaço”
Que o poeta André Moa proporcionou a um punhado de amigos, neste dia chuvoso mas onde
O sol da amizade e da boa disposição brilhou continuamente!
Foi muito agradável!
E que assim seja sempre!

Dad