mas aqui fica a imagem para lembrança.
UM ESPAÇO DEDICADO À PINTURA E À ESCRITA ESPAÇO DE PARTILHA COM TODOS OS MEUS AMIGOS DE TODOS OS CANTOS DESTA NOSSA TERRA, DIGO, PLANETA TERRA, POIS, POR ENQUANTO, AINDA SÓ SONHO COM AS OUTRAS GALÁXIAS...E FICO COM OS PÉS FIRMES POR AQUI...
segunda-feira, outubro 15, 2007
terça-feira, outubro 09, 2007
terça-feira, setembro 18, 2007
quinta-feira, setembro 06, 2007

Foste, neste mundo, o maior entre os maiores
Foste o melhor cantor que conheci,
Trouxeste o cântico lírico a todos - aos ricos e aos pobres -
porque cantaste em todos os lugares.
Ás cinco da madrugada a tua voz calou-se, para sempre,
neste plano.
Vais continuar a cantar com os anjos, certamente
porque fizeste muita gente feliz por aqui, começando por mim!
Descansa em paz!
Os trilhos da vida
Pelos trilhos da linha esquecida
onde outrora havia vida e risos de crianças,
comboios a circular e gente a cirandar,
percorro os caminhos de um país desabitado,
com tendência a perder a alma.
Levar-me-ão onde?
E porque vou?
até quando?
quarta-feira, agosto 29, 2007
quinta-feira, agosto 23, 2007
Para quem ainda não sabe...
E.T.
Disseram-me, há pouco, que esta notícia não é verdadeira...
Como não sei se é ou não porque não conheço nenhum astrónomo,
vou ficar na expectativa de que seja verdade...porque certamente
seria muito belo e excitante! De qualquer modo,
Bom fim de semana para todos!

PLANETA MARTE - 27 DE AGOSTO DE 2007.
A 27 de Agosto o mundo inteiro irá esperar... O Planeta Marte irá ser o mais brilhante no céu da noite de Agosto . Irá ser tão grande como a lua cheia a olho nu.
Isto irá ocorrer a 27 de Agosto quando Marte ficará a 34.65 Milhas da Terra.
Certifica-te que estarás a olhar para o céu a 27 de Agosto as 24:30m.
Irá parecer que a Terra tem duas luas.
A próxima vez que Marte irá estar tão próximo será em 2287.
Partilha esta informação com os teus amigos pois ninguém que esteja vivo hoje poderá ver outra vez!.....
domingo, agosto 12, 2007
Faria hoje 100 anos!

Cantico
Mundo à nossa medida
Redondo como os olhos,
E como eles, também,
A receber de fora A luz e a sombra,
consoante a hora
Mundo apenas pretexto
Doutros mundos.
Base de onde levanta
A inquietação,
Cansada da uniforme rotação
Do dia a dia.
Mundo que a fantasia
Desfigura
A vê-lo cada vez de mais altura.
Mundo do mesmo barro
De que somos feitos.
Carne da nossa carne
Apodrecida.
Mundo que o tempo gasta e arrefece,
Mas o único jardim que se conhece
Onde floresce a vida.
Miguel Torga
segunda-feira, julho 30, 2007
sexta-feira, julho 20, 2007
A amargura
A amargura aproximou-se de mim
E segredou-me ao ouvido,
Não me deixando sinais
Nem de esperança, nem de confiança.
A amargura recusou-se a ouvir
Os meus gemidos e a minha dor...
A amargura tomou formas bem distintas…
Olhou-me de lado e não me entendeu…
A amargura afastou-se, aproximou-se
E tentou remediar o mal, fazendo-me sinais de fumo.
Eu não podia já compreendê-la,
Não podia já entendê-la,
A amargura aproximou-se de mim
E segredou-me ao ouvido,
Não me deixando sinais
Nem de esperança, nem de confiança.
A amargura recusou-se a ouvir
Os meus gemidos e a minha dor...
A amargura tomou formas bem distintas…
Olhou-me de lado e não me entendeu…
A amargura afastou-se, aproximou-se
E tentou remediar o mal, fazendo-me sinais de fumo.
Eu não podia já compreendê-la,
Não podia já entendê-la,
sexta-feira, junho 29, 2007
Este é um poema do AMOR!
Agora que me sinto melhor mas não posso estar muito tempo por aqui, deixo-vos com um excelente poema de António Gedeão e faço votos de que sejam felizes!
Este é o poema do amor.
O poema que o poeta propositadamente escreveu
só para falar de amor,
de amor,
de amor,
de amor,
para repetir muitas vezes
amor,
amor,
amor,
amor.
Para que um dia, quando o Cérebro Electrónico
contar as palavras que o poeta escreveu,
tantos que, tantos se, tantos lhe,
tantos tu, tantos ela, tantos eu,
conclua que a palavra que o poeta mais vezes escreveu foi
amor,
amor,
amor.
Este é o poema do amor.
sexta-feira, maio 11, 2007

Conhecia o seu interior, por aquilo que era
e a profundidade dos olhos,sempre belos,
pela forma directa e límpida como me encarava e falava comigo.
Naqueles olhos não havia malícia
nem qualquer sentimento que não fosse do melhor calibre.
Aos poucos comecei a aprender que olhar os outros
como olhamos a nós mesmos, é muito importante –
É a forma certa.
Por detrás de cada olhar, há sentimentos. É preciso
Saber interpretá-los, saber lê-los,
para melhor compreendermos o outro.
Se calhar os olhos são as primeiras janelas
Onde começamos a vislumbrar o amor,
Qualquer que possa ser a sua forma.
Foi um dia terrível, o dia que tive de fechar os seus olhos…
pela forma directa e límpida como me encarava e falava comigo.
Naqueles olhos não havia malícia
nem qualquer sentimento que não fosse do melhor calibre.
Aos poucos comecei a aprender que olhar os outros
como olhamos a nós mesmos, é muito importante –
É a forma certa.
Por detrás de cada olhar, há sentimentos. É preciso
Saber interpretá-los, saber lê-los,
para melhor compreendermos o outro.
Se calhar os olhos são as primeiras janelas
Onde começamos a vislumbrar o amor,
Qualquer que possa ser a sua forma.
Foi um dia terrível, o dia que tive de fechar os seus olhos…
domingo, maio 06, 2007

Engraçado que desde que o dia da Mãe deixou de ser o dia 8 de Dezembro,
Pouco me lembro deste dia como sendo o dia da Mãe, não fosse o meu filho lembrar-mo e fazer alguma coisa para me agradar, especialmente.
E, no entanto, poucos dias haverá que não me lembre da minha mãe, no tempo que era
Ela que me orientava no meu caminho e mais tarde, do tempo que era eu que, de algum modo, fazia de sua mãe, nesses tempos em que começam a ser invertidos os papéis.
O tempo, nesta vida, é muito curto! Quando o dia da partida chega, ficam sempre muitas coisas por dizer, por fazer.
Acho que recomecei a valorizar estes dias, pois o tempo é curto e vida esvai-se
Mais depressa do que nós sentimos.
Um feliz dia para todas as mães!
Pouco me lembro deste dia como sendo o dia da Mãe, não fosse o meu filho lembrar-mo e fazer alguma coisa para me agradar, especialmente.
E, no entanto, poucos dias haverá que não me lembre da minha mãe, no tempo que era
Ela que me orientava no meu caminho e mais tarde, do tempo que era eu que, de algum modo, fazia de sua mãe, nesses tempos em que começam a ser invertidos os papéis.
O tempo, nesta vida, é muito curto! Quando o dia da partida chega, ficam sempre muitas coisas por dizer, por fazer.
Acho que recomecei a valorizar estes dias, pois o tempo é curto e vida esvai-se
Mais depressa do que nós sentimos.
Um feliz dia para todas as mães!
sábado, abril 28, 2007
No azul incandescente do mar,
No brilho intensíssimo do sol,
Nas gotas salgadas da água que me afaga,
Pressinto um saltitar de peixes prateados
Rumo ao país onde começa a aventura…
E, mansamente,
fecho os olhos e admiro o mundo por dentro de mim mesma…
Ali não existe senão tranquilidade,
Um suave marulhar de música aquática,
Gaivotas em fundo,
E sobretudo o sonho, sempre o sonho…
No brilho intensíssimo do sol,
Nas gotas salgadas da água que me afaga,
Pressinto um saltitar de peixes prateados
Rumo ao país onde começa a aventura…
E, mansamente,
fecho os olhos e admiro o mundo por dentro de mim mesma…
Ali não existe senão tranquilidade,
Um suave marulhar de música aquática,
Gaivotas em fundo,
E sobretudo o sonho, sempre o sonho…
quarta-feira, abril 25, 2007
Na
Foto: Salgueiro Maia
Foto: Salgueiro MaiaAh como me dói este tempo de cravos em vias de murchar…
Ah como me dói este país sempre adiado…
Ah como me dói a vida a esfumar-se sem eu ver,
O país sonhado por quantos morreram nas prisões,
Os que foram desterrados,
porque ansiavam pela Liberdade!
sem poder ver os seus sonhos no real,
Lutaram e morreram sem saber,
Se haveria de cumprir-se Portugal
Ah! Que não esqueço essa clara madrugada
Que nos trouxe a esperança por todos ansiada,
Derrubado o regime, derrubada a opressão
O canto fluiu pelas ruas da cidade..
As armas enfeitaram-se de cravos e abraços
O povo acredita que é possível, real e tangível
A LIBERDADE!
VIVA O 25 DE ABRIL! SEMPRE!!!
Ah como me dói este país sempre adiado…
Ah como me dói a vida a esfumar-se sem eu ver,
O país sonhado por quantos morreram nas prisões,
Os que foram desterrados,
porque ansiavam pela Liberdade!
sem poder ver os seus sonhos no real,
Lutaram e morreram sem saber,
Se haveria de cumprir-se Portugal
Ah! Que não esqueço essa clara madrugada
Que nos trouxe a esperança por todos ansiada,
Derrubado o regime, derrubada a opressão
O canto fluiu pelas ruas da cidade..
As armas enfeitaram-se de cravos e abraços
O povo acredita que é possível, real e tangível
A LIBERDADE!
VIVA O 25 DE ABRIL! SEMPRE!!!
terça-feira, abril 24, 2007
Tomei consciência...
Tomei consciência...
...que embora o golden award fosse uma "corrente" de brincadeira - foi assim que o tomei - fui sensível à opinião de um amigo que me veio falar e bem, que este tipo de coisas podem parecer muito mal àqueles que não foram mencionados. Reflecti e achei que ele tem razão.Por isso, vou apagar aquele post pois acho que não quero que alguém se sinta ofendido quando entra neste blog.
Para todos um grande abraço e a Margusta que me perdoe.
sexta-feira, abril 20, 2007
A chegada de mais um dia 25 de Abril
Liguei a TV e vi imagens que me eram familiares à memória.
Anos 60.
Partes interessantes vividas nos meus dezoito anos. Um enlevo.
E depois o reverso da medalha.
Liguei a TV e vi imagens que me eram familiares à memória.
Anos 60.
Partes interessantes vividas nos meus dezoito anos. Um enlevo.
E depois o reverso da medalha.
A lembrança das perseguições,
Das prisões, do Portugal amordaçado, da casinha portuguesa,
Pobrezinha e humilde onde deveria não faltar o pão e o vinho
sobre a mesa, mas às vezes faltava...
E as prisões e os desterros e a guerra em África e os mortos e os feridos
E os que não se curaram, até hoje, das mazelas psicológicas…e Cunhal e Soares
A se abraçarem e nós todos a pensarmos que tudo iria ser muito diferente.
Diferente felizmente é e muito.
No 25 de Abril, eu estava em Luanda. Ouvimos a notícia pela BBC e ninguém
queria acreditar. No escritório, nada de ligações para Lisboa, nem os telexes a
funcionar. O medo, a angústia, a grande expectativa e depois a alegria total.
Das prisões, do Portugal amordaçado, da casinha portuguesa,
Pobrezinha e humilde onde deveria não faltar o pão e o vinho
sobre a mesa, mas às vezes faltava...
E as prisões e os desterros e a guerra em África e os mortos e os feridos
E os que não se curaram, até hoje, das mazelas psicológicas…e Cunhal e Soares
A se abraçarem e nós todos a pensarmos que tudo iria ser muito diferente.
Diferente felizmente é e muito.
No 25 de Abril, eu estava em Luanda. Ouvimos a notícia pela BBC e ninguém
queria acreditar. No escritório, nada de ligações para Lisboa, nem os telexes a
funcionar. O medo, a angústia, a grande expectativa e depois a alegria total.
Hoje temos liberdade de expressão, podemos fazer greve sem que nos prendam
(era bom que já não fosse preciso!)e tantas coisas mais, belas todas elas e que foram conquistas de Abril mas que, perante o momento que se vive, já são questionadas por muitos, porque a memória é curta.Hoje temos liberdade – essa não pode ser posta em causa! - mas estamos cada vez mais dependentes do que os Senhores da Europa
querem fazer de nós e o desemprego continua a aumentar e a piorar, e os feudos são cada vez maiores…
Mas a tristeza instalou-se há muito entre nós e o desencorajamento e o medo
Do futuro é um bicho cada vez mais medonho.
Diria que agora precisamos de muita coragem e esperança, expectadores quase incrédulos que somos do que se passa
neste pequeno país que continua com muitos saudosistas doentios, esses que até puseram Salazar como o maior português
De sempre.
A memória é curta, muito curta.
Ainda há dias estive num local onde pressupostamente gente de Abril iria cantar
Zeca e Adriano e fizeram-no.
Mas quando começámos a gritar que queríamos cantar a Grândola, grande parte
do pessoal já não sabia os versos da canção…
A memória é curta, muito curta!
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