UM ESPAÇO DEDICADO À PINTURA E À ESCRITA ESPAÇO DE PARTILHA COM TODOS OS MEUS AMIGOS DE TODOS OS CANTOS DESTA NOSSA TERRA, DIGO, PLANETA TERRA, POIS, POR ENQUANTO, AINDA SÓ SONHO COM AS OUTRAS GALÁXIAS...E FICO COM OS PÉS FIRMES POR AQUI...
sábado, julho 15, 2006
Este calor...
Este calor da minha maturidade já não é o mesmo da minha infância, nem sequer
da minha adolescência.
Este calor nem sequer é aquele que experimentei em África ou no Brasil…
Este calor é o calor do nosso descontentamento. Um calor que não dá para andar despreocupadamente pelo paredão junto à praia, que não dá para procurar o sol
e os tons de pele de Verão porque somos avisados que as radiações estão cada
vez mais nefastas;
da minha adolescência.
Este calor nem sequer é aquele que experimentei em África ou no Brasil…
Este calor é o calor do nosso descontentamento. Um calor que não dá para andar despreocupadamente pelo paredão junto à praia, que não dá para procurar o sol
e os tons de pele de Verão porque somos avisados que as radiações estão cada
vez mais nefastas;
que o Protocolo de Kyoto não é assinado por quem mais polui...
e essa poluição daninha, insidiosa e sinuosa que se vai introduzindo nos nossos hábitos e no nosso dia a dia, vai minando os nossos órgãos que tentam
e essa poluição daninha, insidiosa e sinuosa que se vai introduzindo nos nossos hábitos e no nosso dia a dia, vai minando os nossos órgãos que tentam
adaptar-se a ela.
E quem pensa na Terra, nossa Casa Mãe, vai lutando, esperneando, gritando de
desespero porque o cataclismo se aproxima, enquanto nos fóruns internacionais os Senhores do Mundo decidem que o destino inexorável de todos nós é um planeta cada vez mais doente que, desejaríamos, não fosse a herança a legar aos
Filhos e aos nossos Netos.
E quem pensa na Terra, nossa Casa Mãe, vai lutando, esperneando, gritando de
desespero porque o cataclismo se aproxima, enquanto nos fóruns internacionais os Senhores do Mundo decidem que o destino inexorável de todos nós é um planeta cada vez mais doente que, desejaríamos, não fosse a herança a legar aos
Filhos e aos nossos Netos.
Entretanto continuo escutando, comovida, o Requiem de Mozart.
sábado, julho 01, 2006
Queridos Amigos,
Peço desculpa pela pouca atenção que tenho dado a este meu cantinho, o que provavelmente defraudará o interesse das vossas visitas.
Há alturas da vida em que o tempo - sempre o tempo!, não nos chega para nada!
Espero que a vossa amizade possa compreender estes momentos em que fazemos tudo a correr, ou não conseguimos fazer mesmo...
Para todos os que entrarem por esta porta o meu abraço amigo,
Peço desculpa pela pouca atenção que tenho dado a este meu cantinho, o que provavelmente defraudará o interesse das vossas visitas.
Há alturas da vida em que o tempo - sempre o tempo!, não nos chega para nada!
Espero que a vossa amizade possa compreender estes momentos em que fazemos tudo a correr, ou não conseguimos fazer mesmo...
Para todos os que entrarem por esta porta o meu abraço amigo,
sexta-feira, junho 16, 2006
quarta-feira, junho 14, 2006
Andei pelas margens do rio que pintei,
pelo sonho... nas margens que defini,
perguiçosa saí para vos ver por aqui,
chamei por todos no silêncio das tardes,
dos males e da beleza do amor
ninguém conhece bem os contornos,
ninguém sabe definir onde termina a dôr
e começa a alegria,
voltei da madrugada, em que vivi,
sinto-me um pássaro em vôo,
bebo com fervor o dia a dia
deste rio que para mim salta sem embaraço,
daqui,vos dou a todos, meus amigos virtuais,
um grande abraço!
pelo sonho... nas margens que defini,
perguiçosa saí para vos ver por aqui,
chamei por todos no silêncio das tardes,
dos males e da beleza do amor
ninguém conhece bem os contornos,
ninguém sabe definir onde termina a dôr
e começa a alegria,
voltei da madrugada, em que vivi,
sinto-me um pássaro em vôo,
bebo com fervor o dia a dia
deste rio que para mim salta sem embaraço,
daqui,vos dou a todos, meus amigos virtuais,
um grande abraço!
quinta-feira, maio 25, 2006
quarta-feira, maio 24, 2006
Subitamente a blogosfera ficou mais pobre e os teus amigos também...
É em estado de choque que estou a escrever.
É duro saber da morte não anunciada.
É triste saber que alguém como o Fernando Bizarro
de todos um amigo, nos deixou assim, subitamente,
sem termos tido tempo suficiente para despedidas!
Conheci-o há não muito tempo, mas o tempo pouco significa
nestas coisas da amizade.
Um amigo, um gentleman, alguém sempre disponível para ajudar os
amigos, um esteta, uma alma sempre alerta contra as injustiças...
Súbitamente, a notícia da partida! O choque!
A realidade!
Dizem que Deus leva para junto de si os melhores...que estes partem mais cedo...
Se assim for, que estejas bem Amigo, que descanses em paz!
Subitamente a blogosfera ficou mais pobre
e os teus amigos, também!
sábado, maio 20, 2006
sábado, maio 13, 2006
quarta-feira, maio 03, 2006
Um Rei sonhou que tinha perdido todos os dentes.
Acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.
Que desgraça, senhor! - exclamou o sábio.
Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!
Mas que insolente, gritou o Rei.
Como se atreve a dizer tal coisa!
E ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.
Mandou também que chamassem outro sábio,
para interpretar o mesmo sonho.
E o outro sábio disse:
Senhor, uma grande felicidade vos está reservada!!!
O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!
A fisionomia do Rei iluminou-se e ele mandou dar cem moedas ao sábio.
Quando este saía do palácio um cortesão perguntou:
Como é possível?
A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega.
No entanto ele levou chicotadas e você moedas de ouro!
Lembre-se sempre, amigo - respondeu o sábio -
tudo depende da maneira de dizer as coisas.
E esse é um dos grandes desafios da humanidade.
É daí que vem a felicidade ou a desgraça; a paz ou a guerra.
A verdade sempre deve ser dita, não resta a menor dúvida,
mas a forma como ela é dita é que faz toda a diferença.
A verdade deve ser comparada a uma pedra preciosa.
Se a lançarmos no rosto de alguém, pode ferir, provocando revolta.
Mas se a envolvemos numa delicada embalagem
e a oferecermos com ternura, certamante será aceite com facilidade.
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