UM ESPAÇO DEDICADO À PINTURA E À ESCRITA ESPAÇO DE PARTILHA COM TODOS OS MEUS AMIGOS DE TODOS OS CANTOS DESTA NOSSA TERRA, DIGO, PLANETA TERRA, POIS, POR ENQUANTO, AINDA SÓ SONHO COM AS OUTRAS GALÁXIAS...E FICO COM OS PÉS FIRMES POR AQUI...
Olhei o écran da tv com pavor! Com o medo próprio de quem sente que não há lugar seguro no mundo. Que os Senhores do mundo que nos comandam, declaram o ritmo da nossa dor com a frieza de que são capazes, nas Cimeiras do nada, onde cabeças pensantes em dólares ou em euros, decidem quanto valem as nossas vidas em termos de barris de petróleo! Lembrei-me da Londres dos tempos que lá vivi e conheço bem o Metro para sentir o imenso calafrio, o medo sem limites de quem lá ia, naquele momento, (cerca de 3.000 pessoas). Dizem que talvez tenham morrido 50 pessoas, muitos feridos, muita dôr, muito sofrimento.... Até quando? Por aqui... por além?Até quando a inconsciência, até quando estaremos à mercê das decisões que os Senhores do Mundo fazem desencadear nas nossas pequenas vidas que para eles valem muito menos do que quaisquer milhares de barris de petróleo? Quem são os bons. quem são os maus? Os meus olhos incrédulos, procuram perceber não percebendo como se desenhará o nosso futuro... Quais são os verdadeiros motivos do terrorismo? Quem são os verdadeiros terroristas? E porquê? É fácil apontar o dedo aos efeitos. Quais são as verdadeiras causas? Neste dia de dôr, fico-me por aqui, a pensar, como seria bom que este mundo fosse mais justo e não fosse preciso recorrer a meios como estes que um dia, concerteza também nos vão atingir directamente porque cada vez que acontece, atinge o coração da Humanidade.
Um Hindu chegou aos arredores de certa aldeia e aí sentou-se para dormir debaixo de uma árvore. Chega correndo, então, um habitante daquela aldeia e diz, quase sem fôlego:
- Aquela pedra ! Eu quero aquela pedra.
- Mas que pedra ? pergunta-lhe o Hindu.
- Ontem à noite eu vi meu Senhor Shiva e, num sonho, ele disse que eu viesse aos arredores da cidade, ao pôr-do-sol; aí devia estar o Hindu que me daria uma pedra muito grande e preciosa que me faria rico para sempre.
Então, o Hindu mexeu na sua trouxa, tirou a pedra e foi dizendo: - Provavelmente é desta que ele lhe falou; encontrei-a num trilho da floresta, alguns dias atrás; podes levá-la! E assim falando, ofereceu-lhe a pedra.
O homem olhou maravilhado para a pedra. Era um diamante e, talvez, o maior jamais visto no mundo.
Pegou, pois, o diamante e foi-se embora. Mas, quando veio a noite, ele virava-se de um lado para o outro na cama, sem conseguir dormir. Então, rompendo o dia, foi ver novamente o Hindu e o despertou dizendo:
- Eu quero que me dê essa riqueza que lhe tornou possível desfazer-se de um diamante tão grande assim, tão facilmente !
"A Gente sempre destrói aquilo que mais ama em campo aberto ou numa emboscada. Alguns com a beleza do carinho, outros com a dureza das palavras. Os covardes destroem com um beijo e os valentes destroem com a espada." Oscar Wilde
Bebido o luar, ébrios de horizontes, Julgamos que viver era abraçar O rumor dos pinhais, o azul dos montes E todos os jardins verdes do mar. Mas solitários somos e passamos, Não são nossos os frutos nem as flores, O céu e o mar apagam-se, exteriores E tornam-se os fantasmas que sonhamos. Porquê jardins que nós não colheremos, Límpidos nas auroras a nascer, Porquê o céu e o mar se não seremos Nunca os deuses capazes de os viver. Sophia de Mello Breyner Andersen
FRÁGEIS COMO FLORES SELVAGENS ROMPEMOS O ÚTERO MATERNAL NA PRESSA DE CHEGAR AO JARDIM PROMETIDO DAS ILUSÕES À TERRA DILACERADA POR ESPINHOS DE DORIDAS RUBRAS ROSAS QUE FAZEM DE NÓS OUTROS PROMETEUS A EMPUNHAR A CHAMA OLÍMPICA DE ZEUS.
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor, e o que nos ficou não chega para afastar o frio de quatro paredes. Gastámos tudo menos o silêncio. Gastámos os olhos com o sal das lágrimas, gastámos as mãos à força de as apertarmos, gastámos o relógio e as pedras das esquinas em esperas inúteis. Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada. Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro; era como se todas as coisas fossem minhas: quanto mais te dava mais tinha para te dar. Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes. E eu acreditava. Acreditava, porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis. Mas isso era no tempo dos segredos, era no tempo em que o teu corpo era um aquário, era no tempo em que os meus olhos eram realmente peixes verdes. Hoje são apenas os meus olhos. É pouco mas é verdade, uns olhos como todos os outros. Já gastámos as palavras. Quando agora digo: meu amor, já não se passa absolutamente nada. E no entanto, antes das palavras gastas, tenho a certeza de que todas as coisas estremeciam só de murmurar o teu nome no silêncio do meu coração. Não temos já nada para dar. Dentro de ti não há nada que me peça água. O passado é inútil como um trapo. E já te disse: as palavras estão gastas. Adeus. Eugénio de Andrade
Como é estranho que por estranha coincidência três dos homens que mais marcaram o Portugal resistente e depois o Portugal liberto tenham partido quase em simultâneo! O General Vasco Gonçalves, o poeta e escritor Eugénio de Andrade e o Homem que foi Álvaro Cunhal, o comunista em estado puro, como se costumava dizer, para além de pintor,e de escritor, partiram no seu tempo individual contado por relógios que tinham sido, concerteza, acertados simultâneamente. Como não lhes posso cantar um Requiem, espero que a memória destes bravos homens, todos diferentes, mas todos resistentes, perdure na nossa memória colectiva, pois, decididamente, eles marcaram as nossas vidas,embora de maneiras diferentes mas com um objectivo comum. Polémicos, amados por uns ,odiados por outros, mas certamente marcos de uma época que se fez com eles, esperançados sempre num futuro melhor para Portugal e para os portugueses!
sexta-feira, junho 10, 2005
Sentimentos de Ilha - pintura de Dad (do Projecto "O Espirito das Águas")
Do meu amigo Elfo, recebi como comentário ao post "A nossa Amazónia", um testemunho que eu acho importante publicar na primeira página. Espero que ele não se importe! É importante não esquecer.... "Aos pés da minha cidade corria um ribeiro de águas límpidas onde costumávamos banhar-nos nos finais das tardes calmas de julho e agosto e na volta para casa levávamos sacos com trutas apanhadas à mão nos buracos das pedras.Hoje é um esgoto a céu aberto onde nem as rãs nem as cobras querem viver e os pássaros não descem para beber.Tenho vergonha de mostrar aquele ribeiro à minha filha pois acho que não fiz o suficiente para evitar que os "patos bravos" construíssem desalmadamente próximo do ribeiro.Herdámos o ribeiro e destruí-mo-lo sem deixar rasto para a geração que se seguia. A serra dos meus encantos para onde os meus olhos se dirigiam quando saía de casa era de um verde forte com correntes de água que caíam do alto das montanhas e isso era uma coisa que estava presente todos os dias da minha infância, e, era tão certo e sagrado como as estrelas do céu nocturno. Quando, com o meu pai, nos deitávamos lado a lado na soleira da porta a olhar as estrelas, o meu pai sempre me dizia que não tentasse contar as estrelas pois isso causava "cravos" nas mãos.Hoje a serra é preta e cinzenta pelos incêndios causados pelo desmazêlo dos homens e eu... já não tenho o meu pai...Parece que uma força da natureza cuidava para que eu tivesse o melhor de tudo. Vivia na cidade e no campo e vi crescer a cidade e assisti ao desaparecimento do campo que deu lugar a um parque industrial e a uma auto-estrada. Os rebanhos de ovelhas desapareceram e nunca mais ouvi o balir dos anhos à minha porta nem o toque dos címbalos que anunciavam a chegada do pastor.Hoje moro num 3º andar num prédio onde nos meus tempos de menino era uma quinta que produzia alimentos e, quando me dirijo às compras tudo o que vejo à venda vem de países estrangeiros. O que é que é que eu digo à minha filha? que lhe usurpei a herança que era dela por direito? Sim, porque foi a minha geração que destruíu tudo o que ficou para trás.
Onde "postei" mais um artigo sobre a Amazónia e hoje, depois das precauções que já estão a ser tomadas e pela "abertura da época dos fogos" em Portugal, achei que era necessário que o grito de alerta português seja forte também! Quem é que anda a queimar as nossas florestas? Quem é que paga a quem para fazer isso? Quem é que não respeita a nossa vida, destruindo tão vilmente o nosso país em nome de interesses pessoais mesquinhos? Quem é que continua a poluir os rios, as ribeiras, os riachos??? Gente que só pensa no lucro imediato, gente que não pensa no porvir, gente que não pensa que é uma herança que recebemos que devemos passar em boas condições aos que nos seguirem. ´Homens novos precisam-se! Mentalidades novas precisam-se! Homens da velha ordem pensam pequeno, não vêem que o bem só existe se for comum. Mentalidades tacanhas que só valorizam o imediato pertencem a um mundo em completa rotura! Que saudades dos tempos das águas límpidas, dos verdes totais das florestas, agora doentes ou em vias de desapararecer. Que vai ser de nós? Eu sei que quem passa por este blog pensa como eu, mas nem por isso posso deixar em branco esta mágoa profunda de sentir que tudo quanto é belo e puro e inicial está a ser suprimido, a pouco e pouco, tirando-nos a liberdade de respirar ar puro, de beber a água cristalina das fontes de ouvir os pássaros, felizes, a chilrear nos galhos! Gostava que as gerações futuras pudessem usufrir de tudo isso no real e não nas descrições dos escritores do meu país!
Ainda a Amazónia! Este tema preocupa-me muito por isso vou "postar" um artigo que me foi enviado por um amigo brasileiro que, tal como nós, está preocupado com a saúde do mundo e com a herança física que vamos deixar aos nossos filhos e aos nossos netos!
A assinatura do Protocolo de Quioto (que estabeleceu uma meta de redução de emissões para os países desenvolvidos correspondente a 5,2% em relação aos níveis de 1990), em 1997, até 2004, o Brasil já acrescentou umas 300 milhões de toneladas de carbono à atmosfera a mais em relação aos volumes que emitiria caso mantivesse a já elevada média de desmatamento dos anos 90. A prosseguir nesta escalada, o desmatamento na Amazônia poderá, por si só, comprometer boa parte dos esforços internacionais para a redução de emissões mesmo sendo cumpridas as metas de Quioto. . Não se pode comparar a responsabilidade do Brasil com a dos países desenvolvidos, que vêm poluindo a atmosfera há mais de 150 anos, na produção do efeito estufa,mas não se pode mais negar a sua absoluta responsabilidade em relação aos esforços atuais e futuros para se tentar mitigar as conseqüências do efeito estufa. Significa dizer que, para além dos efeitos nocivos que provoca para o país e para os brasileiros, desperdiçando recursos florestais, reduzindo a sua biodiversidade e os recursos hídricos, afectando as condições climáticas locais, aumentando as doenças respiratórias e gerando passivos crescentes para as futuras gerações, o desmatamento na Amazônia tem impacto crescente sobre a situação do clima mundial. A diplomacia brasileira teve um papel importante nos avanços até agora conseguidos internacionalmente no combate ao efeito estufa. A Convenção sobre a Mudança Climática da ONU foi assinada no Rio de Janeiro, em 1992. O Brasil esteve activo na formulação do Protocolo de Quioto e uma sua proposta levou à instituição do MDL – Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Estivemos entre os primeiros países a ratificar Quioto e a realizar o seu inventário nacional de emissões. Porém, a opção política de excluir o tratamento das emissões oriundas de desmatamento do escopo dos acordos internacionais (e do MDL, em particular), deixou o país sem instrumentos para trabalhar, neste âmbito, o seu principal fator de emissões. O crescimento no ritmo do desmatamento significa, portanto, que estamos contribuindo como nunca para a deterioração do clima mundial, e que estaremos expostos, inevitavelmente, a crescentes e justificadas pressões internacionais. Além de incrementar as providências internas de combate ao desmatamento,e levar o tema, continuamente, ao plano internacional, buscando apoio concreto desta comunidade para compensá-las. Afinal, factores mundiais de mercado e o próprio efeito estufa contribuem para o desmatamento na Amazônia, e a sua eventual redução seria muito relevante para mitigar a crise climática mundial. Muito pior será sofrer pressões sem dispor de instrumentos para compartilhar e compensar os esforços em busca das soluções.
Do meu amigo e grande poeta português André Moa, esta Ode à água: SORRISO E CRISTAL RIO E LÁGRIMA CANTO E MÁGOA ÁGUA ÁGUA ÁGUA
DO TEU BROTAR É QUE A VIDA SE SUSTENTA O TEU CANTAR AS ALMAS DESSEDENTA O TEU JORRAR É O PULSAR DO CORAÇÃO O TEU ORVALHO É BRILHO SOLAR FLOR EM BOTÃO A TUA LIMPIDEZ É A FACE DA ALEGRIA A TUA AUSÊNCIA FAZ DA TERRA NATUREZA MORTA E FRIA À TUA FRESCURA OS CORPOS VÃO BEBER SAÚDE E PRAZER À TUA LIQUIDEZ VAMOS BUSCAR A ARTE E O SABOR DO VERBO AMAR
SORRISO E CRISTAL RIO E LÁGRIMA CANTO E MÁGOA
VIDA A NASCER DE ENTRE AS FRAGAS CANÇÃO QUE O PÁSSARO REGURGITA E O DESERTO DESESPERADAMENTE CHORA BENÇÃO QUE A TERRA INTEIRA IMPLORA ÁGUA ÁGUA ÁGUA André Moa
sexta-feira, maio 20, 2005
Escolhas
terça-feira, maio 17, 2005
Que espantoso deve ser!!!
Aí vai mais uma para a galhofa!!! Namorado virtual??? Minhas amigas e amigos, olhem esta!!!
segunda-feira, maio 16, 2005
net - mundo de enganos???
Depois de tanta coisa séria, hoje vou pôr um cartoon para a risada! Riram????...... Mas isto é muito sério!!!!.................. Acontece muita vez...... gente que pensa que fala com um gentleman, que afinal é cachorrão, mesmo!!!!
Já sentiste o perfume de uma flor? Quando o teu coração for silenciado pela voz da escuridão que teima em te iludir, sente o perfume de uma flor... Será suficiente para trazer à tona que és tu a razão para a flor existir; que és tu a razão para que nela esteja o perfume doce e sereno. Na realidade, o que pareces tomar da flor é o que habita no teu ser. Não demores tanto para descobrir as flores que vivem em ti!
Discurso do Ministro Brasileiro de Educação nos EUA...Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um Brasileiro dá um "baile" educadíssimo aos Americanos... Durante um debate numa universidade nos Estados Unidos actual Ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência nalguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os brasileiros). Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta do Sr.CristovamBuarque:"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o devido c uidado com esse património, ele é nosso.Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro... O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não o seu preço.Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeira s sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Ven eza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia. Quando os dirigentes trat arem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa. Só nossa! "ESTE DISCURSO NÃO FOI PUBLICADO. AJUDE-NOS A DIVULGÁ-LO Porque acho que é muito importante ...Mais ainda, porque foi Censurado.