Rasgaram o meu coração e vesti-me de luto.
A flor amachucada que brilhava no meu peito,
Rendeu-se aos sinais da tristeza,
e murchou, envergonhada...
Nos dias de silêncio, cantei para dentro de mim,
Canções antigas que soluçavam ao ritmo do desgosto.
O dia seguinte amanheceu cheio de pássaros esvoaçantes
na alvorada pequenina que nasceu, de súbito.
De súbito?!
Foi há muito tempo…
Era uma vez uma rapariga cheia de sonhos, contava-se…
Ó menina, os sonhos morrem quando nasce a madrugada!
Vista-se de sol e salte para a rua.
Se for dia olhe o Sol!
Se for noite, olhe a Lua!
Era uma vez uma rapariga cheia de sonhos…perdidos…
A flor amachucada que brilhava no meu peito,
Rendeu-se aos sinais da tristeza,
e murchou, envergonhada...
Nos dias de silêncio, cantei para dentro de mim,
Canções antigas que soluçavam ao ritmo do desgosto.
O dia seguinte amanheceu cheio de pássaros esvoaçantes
na alvorada pequenina que nasceu, de súbito.
De súbito?!
Foi há muito tempo…
Era uma vez uma rapariga cheia de sonhos, contava-se…
Ó menina, os sonhos morrem quando nasce a madrugada!
Vista-se de sol e salte para a rua.
Se for dia olhe o Sol!
Se for noite, olhe a Lua!
Era uma vez uma rapariga cheia de sonhos…perdidos…
