Vistam a pele que pretenderem…
Toquem alaúdes e trompetas…
O dia acaba com um vazio
Onde começa a mágoa,
Destes dias que deixaram de parecer,
Dias de festas, das festas que eram outrora.
O que há agora?
Onde andarão as crianças que nós éramos?
Onde estarão os risos descuidados que vestíamos,
Num disfarce de colombina ou arlequim?
Ai…como o tempo muda e mudam estas eras…
E, por esses dias que eram primaveras,
Deixo rolar uma lágrima de saudades,
Neste desfile diário das nossas vidas
Neste Carnaval perene das vaidades…
Toquem alaúdes e trompetas…
O dia acaba com um vazio
Onde começa a mágoa,
Destes dias que deixaram de parecer,
Dias de festas, das festas que eram outrora.
O que há agora?
Onde andarão as crianças que nós éramos?
Onde estarão os risos descuidados que vestíamos,
Num disfarce de colombina ou arlequim?
Ai…como o tempo muda e mudam estas eras…
E, por esses dias que eram primaveras,
Deixo rolar uma lágrima de saudades,
Neste desfile diário das nossas vidas
Neste Carnaval perene das vaidades…
